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A tentativa desesperada por uma vaga de emprego, algumas vezes, leva o candidato a fornecer no currículo alguns dados irreais. Trata-se, desejavelmente, de um grande desejo ou necessidade e não de uma intenção desonesta.
A busca constante por emprego, num longo período, gera ansiedade, estresse e outras características psíquicas que, após uma análise criteriosa, justificam uma ação questionável.
O currículo é o principal instrumento de registro das experiências, formações e qualificações do profissional. A exatidão das informações deve ser real. Observações sem comprovação de dados demonstrarão a possível empresa contratante, durante uma checagem, o indício de um candidato sem comprometimento.
Então, cuidado! Não permita que desejos sobreponham-se sobre suas escolhas de conduta de caráter.
Por Patricia Gujev

